TSE conclui lacração dos sistemas que serão usados nas Eleições 2026
Procedimento encerra o desenvolvimento dos programas das urnas e permite verificar se os sistemas usados na votação são os mesmos aprovados e lacrados pelo Tribunal.

Procedimento encerra o desenvolvimento dos programas das urnas e permite verificar se os sistemas usados na votação são os mesmos aprovados e lacrados pelo Tribunal.
BRASÍLIA, 6 de setembro de 2026 — O Tribunal Superior Eleitoral concluiu na sexta-feira (4) a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas Eleições Gerais de 2026. O ato, conduzido pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, marca o encerramento da fase de desenvolvimento dos programas que serão instalados nas urnas eletrônicas e nos demais sistemas eleitorais.
Participaram da cerimônia representantes de instituições fiscalizadoras, entre elas a Polícia Federal, a Ordem dos Advogados do Brasil e o Ministério Público Federal.
O que muda após a lacração
Com a assinatura digital, cada sistema passa a ter uma identificação eletrônica própria, que permite conferir posteriormente se o programa utilizado na eleição corresponde exatamente ao que foi aprovado na cerimônia pública.
Depois da lacração, os sistemas ficam congelados. Eventual alteração exigiria nova cerimônia formal, com participação das entidades fiscalizadoras.
Etapa faz parte do ciclo de fiscalização
A lacração integra uma sequência de procedimentos de auditoria realizados antes da eleição, que inclui inspeção de código-fonte, testes públicos de segurança, geração de mídias e preparação das urnas.
O primeiro turno das Eleições 2026 está marcado para 4 de outubro. Um eventual segundo turno para presidente e governadores ocorrerá em 25 de outubro.
Foto: Luiz Roberto/Secom-TSE — arquivo.
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