Prêmio para meninas e mulheres cientistas oferece até R$ 13 mil
Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulheres recebe inscrições até 30 de outubro e vai reconhecer seis estudantes do ensino médio e da graduação.

Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulheres recebe inscrições até 30 de outubro e vai reconhecer seis estudantes do ensino médio e da graduação.
BRASÍLIA (DF), 6 de setembro de 2026 — Estudantes interessadas em seguir carreira científica podem se inscrever até 30 de outubro na 8ª edição do Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulheres. A iniciativa da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) será dedicada neste ano à categoria “Meninas na Ciência”.
O objetivo é reconhecer trabalhos de iniciação científica que apresentem criatividade, rigor metodológico e potencial de contribuição para o desenvolvimento da ciência brasileira.
Seis estudantes serão premiadas
A edição selecionará seis vencedoras: três estudantes do ensino médio e três da graduação. Os projetos serão distribuídos entre três grandes áreas do conhecimento: Humanidades; Ciências Biológicas e da Saúde; e Engenharias, Ciências Exatas e da Terra.
As estudantes do ensino médio selecionadas receberão R$ 10 mil. Para as vencedoras da graduação, o prêmio em dinheiro será de R$ 13 mil.
Além da premiação financeira, as selecionadas receberão troféu, participarão de mentoria com pesquisadores e terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos durante a 79ª Reunião Anual da SBPC.
Resultado sai em janeiro
As vencedoras devem ser anunciadas até 15 de janeiro de 2027. As regras detalhadas, critérios de participação e documentação exigida estão disponíveis no edital divulgado pela SBPC, e as inscrições são realizadas por formulário eletrônico.
Criado em 2019, o Prêmio Carolina Bori já reconheceu 37 cientistas. A iniciativa busca ampliar a presença feminina na pesquisa e estimular estudantes a permanecerem em trajetórias acadêmicas e científicas.
Incentivo em etapa decisiva
A premiação ocorre em um momento no qual instituições científicas vêm reforçando a necessidade de atrair jovens para áreas de pesquisa e reduzir barreiras de gênero ao longo da formação acadêmica. O reconhecimento ainda no ensino médio e na graduação pode ser decisivo para dar visibilidade a trabalhos que, muitas vezes, são desenvolvidos longe dos grandes centros de pesquisa.
Foto: National Cancer Institute/NIH — imagem em domínio público.
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